Qualificações Regionais Lisboa
Pontapé de saída numa triagem capital

Foram 40 equipas (160 jogadores) as que marcaram presença nos dois primeiros dias das Qualificações Regionais de Lisboa, na semana passada no Belas Clube de Campo, Sintra. Ainda faltam mais quatro jornadas, três já esta semana, de terça-feira a quinta-feira, e outra a 11 de Julho, esta uma sexta sessão extra depois de esgotadas as cinco primeiras. Mas até lá já se apuraram 23 quartetos para as Meias-Finais Regionais, agendadas para Setembro.

Ambas as jornadas foram ganhas por equipas que marcaram recentemente presença na Final Nacional Açores. A JJ&RR, finalista em 2016, venceu no dia 19 com 84 pontos, em texas scramble modificado. O nome do conjunto deriva das iniciais dos nomes próprios dos seus quatro jogadores, mas este ano ficou de fora Rui Vassalo e entrou para o seu lugar Orlando Santos, que uniu forças com Rui Brôa, somando esta parelha 40 pontos. Mas quem brilhou a grande altura foram João Botelho e Júlio Alves, com 44, a melhor marca net do dia.

Equipa da JJ&RR, vencedora do dia 19 composta por Rui Broa, Orlando Santos, Júlio Alves e João Botelho © Filipe Guerra/Media Golf

“Foi um belíssimo resultado, inclusivamente nesta modalidade de jogo”, reconheceu Júlio Alves, acrescentando: “Mas foi um dia de bastantes ambiguidades, porque foram 44 pontos realmente muito difíceis. Metemos muitos putts para Par entre os dois e os três metros, ou seja, estivemos realmente muito bem nos greens e essa foi a diferença. Muitas vezes jogamos aparentemente melhor mas depois não o traduzimos em resultado porque não estamos tão bem nos greens.”

Entre as 19 equipas em prova nesse dia, apenas mais uma chegou aos 80 pontos: o Clube de Golfe de Belas (81), com Mário Domingues/João Carlos Correia (42) e Luís Alberto Santos/Delfim Silva.

Apurando-se para as Meias-Finais Regionais 11 formações, seguiram ainda em frente para a próxima fase a Mercedes-Benz/Mercauto Loures (79), Informa D&B (79), Mona (77), Clube de Golfe do Estoril (77), Clínica Pedro Matos (76), Expresso 1 (76), Millennium BCP (76) e Grupo King (73). A Lucky Loser, por sorteio, foi a Mercedes-Benz/Mercauto Lisboa.

Miguel Franco de Sousa, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe © Filipe Guerra/Media Golf

No dia 21, estiveram 21 equipas em campo e pontuações mais altas, com nada menos do que sete equipas a superarem os 80. Colégio dos Plátanos e Clubefashion foram as melhores, com 85 pontos, sendo que no desempate para o primeiro lugar prevaleceu o mais baixo handicap da primeira. Depois, houve três formações com 84: Chagas, CG Belas e Grupo Desportivo Santander Totta. O lote fica completo com Belas/Força Aérea (82) e Freixenet (81).

O Colégio dos Plátanos, que foi finalista na edição de 2017, regressa este ano à competição com a ausência do norte-americano Eric Hill, que o ano passado formou com o “capitão” Marco Rios uma das melhores duplas do torneio em gross. Foi substituído por José Carlos Sousa, antigo futebolista do Benfica e do Porto, e juntos somaram 41 pontos, numa prestação ao nível do Par em gross. A outra dupla, Nuno Rafael Mota/Nuno Silva, foi uma das três que entregaram um cartão com a pontuação máxima de 44, equivalente a -1 gross. “A ver se continuamos com aquilo que fizemos o ano passado, parece que foi ontem, mas a Final Nacional foi já há sete meses”, afirmou o capitão Marco Rios, lembrando que já teve noutra Final Nacional em parceria com José Carlos Sousa.

Pela Clubefashion, Francisco Cardoso Pinto/Francisco Sousa Coutinho também fizeram 44, complementados pelo 41 de António Zilhão/Francisco Pinto Barbosa.

Qualificaram-se para as Meias-Finais, além das equipas já mencionadas, a SIC Mulher (76), Fine & Country (74), BPI (74) e Engimaster/MTZ (74). Com a Lucky Loser, que foi a Grupo José Mello, foram 12 equipas a seguir a em frente neste dia.

 

Foto de Capa: Marco Rios, Nuno Silva, José Carlos Sousa e Nuno Rafael Mota da equipa Colégio dos Plátanos © Filipe Guerra/Media Golf