Ninguém quer ficar de fora
O que faz do Expresso BPI uma prova especial?

“Chegou a altura do ano para preparar as táticas e definir os pares”, alerta Afonso Martins, diretor executivo da NORS Africa, a propósito do início, já este fim de semana, nos Açores, do Expresso BPI Golf Cup 2019, e logo com um novo recorde regional: 33 equipas, 132 jogadores, apresentam-se no campo das Furnas, em São Miguel, Açores.

Apanhámos Afonso Martins em escala em Zurique, de regresso ao Porto. Oito dias por mês, está de visita aos mercados africanos. Estivera na Namíbia e na África do Sul. Mas não deixa de antecipar, tal como muitos outros, a 22.ª edição do maior evento desporto corporate de Portugal.

“É uma obrigação para a NORS marcar presença”, sublinha o antigo internacional do golfe amador português, com 35 torneios jogados com a camisola das quinas. “É um torneio que concilia uma camaradagem única com um espírito competitivo sempre presente. As diferentes etapas de qualificação são sempre dias memoráveis. A modalidade, a organização e o tratamento ímpar garantido a todos os participantes são únicos a nível nacional.”

Nos últimos três anos, a NORS falhou duas vezes o apuramento para a Final Nacional Açores por uma pancada, no Norte (Estela Golf Club). “A edição de 2019 será mais uma oportunidade para tentarmos lá chegar. A esperança e a confiança renascem sempre. Mantemos a crença de que este ano é que vai ser!”

Ricardo Martinho está em Madrid. Era diretor comercial da IBM em Portugal, entretanto passou a chefiar a equipa de vendas na área de serviços tecnológicos para Espanha. “Posso dizer que, para mim, o Expresso BPI é a prova do ano, estou sempre à espera que comece. Certo, vou ter de passar a viajar para jogar, mas faço-o com muito gosto”, diz.

Em 2018, Ricardo Martinho, a par de António Moura Portugal, teve uma época memorável. Pela LGSP Sports, tentou duas vezes, sem sucesso, o apuramento para a Final Nacional, primeiro no Algarve (Onyria Palmares Beach & Golf Resort), depois no Centro. Uma terceira oportunidade surgiu com o convite da Allianz para a Madeira, onde acabaria por fazer parte da primeira equipa vinda do Continente a vencer. “Foi um momento histórico”, congratula-se.

Tal odisseia só foi possível porque, desde 2017, deixou de haver limite de participação para equipas e jogadores. A partir do momento em que tenha sido eliminada da competição, a equipa, bem como os seus jogadores, podem voltar a inscrever-se na prova nas Qualificações Regionais posteriores. 

João Porto é Chief Marketing Officer da Porto Business School e em 2018 jogou pela sua Polux Consultores. Este ano, no entanto, irá vestir a camisola da Prazo.pt, uma Fintech (startup tecnológicas do setor financeiro) na área de factoring criada em Março do ano passado, na qual tem uma “pequena” participação.

“Já que o Expresso BPI tem alguma exposição, mais vale usar o nome de uma empresa que pode beneficiar disso, o que não era tanto o caso da Polux, onde apenas faço os pequenos trabalhos que tenho de consultoria.” A Prazo.pt foi considerada pelo anuário da Fintech Portugal como uma das 25 mais promissoras de Portugal.

João Porto recorda entrou no Expresso BPI ainda antes de ser golfista. “Em tempos a Optimus apoiou a prova quando eu era o seu responsável corporate, e eu, sem grande interesse no golfe, sempre achei o ambiente espetacular. Participo há 10 anos e são sempre dias muito agradáveis, com um grupo simpático de pessoas simpáticos, uma ótima organização e campos bem escolhidos.

Anthony Gibson, CEP da Publicis Portugal, fala com um sotaque anglo-castelhano. “Nasci no Uruguai”, explica. Desde que se mudou da Alemanha para Portugal, há seis anos, nunca falhou o Expresso BPI, na equipa do Grupo André Jordan, de quem é amigo e o anfitrião desde sempre, no Belas Clube de Campo, das fases regionais de Lisboa.  

“É uma prova que, de ano para ano, me impressiona mais”, reconhece. “Joguei muitos torneios corporate a nível europeu e até mundial, e devo dizer que este é de longe o melhor. Quem gosta de golfe, tem de gostar desta modalidade, mas há também muito networking e a oportunidade de conhecer boa gente.”

Para Francisco Castro e Almeida, CEO do Grupo Semae (grupo ibérico que distribui a água Fonte Viva em Portugal), o que o leva a participar é a tentativa de “superar” os resultados prévios e a “confraternização com outras equipas que, como as minhas, já participam há muitos anos”. O ano passado jogou em Lisboa pela Informa D&B, como convidado, e no Alentejo (Tróia), pela Fonte Viva. “Temos chegado sempre às meias-finais regionais, falta-nos a Final Nacional. É para lá que apontamos este ano.”

Jorge Carreira, CFO do Grupo Olivedesportos, é outro “cliente” habitual do Expresso BPI. “Comecei a jogar golfe em 2008 e tenho participado desde 2010, pela tradição e pela grandeza do evento. Depois tem um formato de jogo, uma modalidade que muito me agrada. Já entrei em várias equipas, ultimamente tenho representado a NOS, que tem uma ligação de vários anos com a Olivedesportos, e pela qual já joguei uma Final Nacional nos Açores. É sempre um orgulho estar entre as melhores equipas do país.”

Aos Açores o Expresso BPI regressará, para a Final Nacional Açores, que nos últimos anos tem alternado entre os campos da Batalha e da Terceira, sendo neste último que lá se vai realizar este ano, em Novembro, a anteceder a Finalíssima de Dezembro no novo palco do Tróia Championship Golf Course.


seks shop seks shop seks shop seks shop seks shop seks shop seks shop vibrator vibrator vibrator vibrator vibrator vibrator erotik shop istanbul escort izmir sex shop izmir sex shop ankara sex shop ankara sex shop antalya sex shop istanbul erotik shop istanbul erotik shop istanbul sex shop sex toys istanbul izmir sex shop izmir sex shop sex shop izmir sex shop izmir sex shop izmir izmir sex shop izmir erotik shop