Douro
Empresa campeã em título fica pelo caminho

Segafredo Zanetti, empresa italiana líder do Café Espresso em Itália e no mundo (e campeã nacional do Expresso BPI Golf Cup em 2016), e a SuperJob, de carpintaria e imobiliário, serão as duas representantes da região Douro, em Novembro, na Final Nacional Açores 2018, depois de no último fim-de-semana se terem jogado as respectivas Qualificações Regionais, que contaram com 35 equipas no transmontano Vidago Palace Golf Course – aquele que será uma vez mais o palco, lá para Dezembro, da Finalíssima, para a qual se qualificam as quatro primeiras da Final Nacional.

Pelo caminho ficou a campeã nacional de 2017 e por isso detentora do troféu da Vista Alegre/Atlantis, a Ignacio Gonzalez Montes, empresa galega de conservas de pescado e marisco que foi a primeira equipa vinda do estrangeiro a vencer a competição.

A elevada adesão de participantes levou a que no sábado houvesse dois shotguns, um de manhã, outro de tarde. O primeiro começou logo às 8h, com 18 equipas, para apurar metade mais a Lucky Loser (por sorteio) para as Meias-Finais de domingo, e teve como vencedora a NMM, com 86 pontos, na modalidade de texas scramble modificado.

Com o segundo e o terceiro lugares, foram ainda premiadas a Hilti e a Projar, ambas com 83, seguindo-se, numa classificação muito compacta, o BPI (81), G&G (81), NOS (80), Mercedes Benz/MCoutinho (80) e, a fechar o lote de apurados para a segunda fase regional, a… Segafredo Zanetti (79), com os mesmos pontos da SAM Engenharia, mas com vantagem no desempate pelo mais baixo handicap colectivo. A Lucky Loser foi a Tensai.

A prova da tarde arrancou pelas 14h30 com 17 equipas e esta foi a sessão em que actuou aquela que seria a segunda apurada para Final Nacional, a SuperJob, que terminou então no terceiro lugar com 84, numa jornada em que apenas a Allianz, vencedora com a extraordinária marca de 95, e o Vidago Palace, segundo com 87, fizeram melhor.

Seguiram ainda em frente para a jornada de domingo, por esta ordem, a A.S. Metais (82), Allianz 3 (80), Allianz 1 (80), Europcar (79), Araújo Jewelry (78) e Ignacio Gonzalez Montes (77). A Lucky Loser foi a Villasboas & Camacho.

Nas Meias-Finais, com 20 equipas em campo, A Segafredo Zanetti abriu o livro melhorando 10 pontos em relação a sábado, para um total de 89, o que lhe deu uma vantagem de seis pontos sobre a SuperJob, uma empresa local com jogadores locais. Pela empresa italiana, José Miguel Rolim/Vítor Hugo Silva marcaram 44 e Eduardo Lima/Luís Coelho da Silva chegaram aos 45, o melhor resultado do dia, quando na véspera haviam feito somente 36 – a diferença esteve no putting.

A equipa Segafredo Zanetti composta por Vitor Hugo Silva, Jose Miguel Rolim, Eduardo Lima e Luis Coelho Silva © Filipe Guerra

“Muita coisa mudou na minha vida e na do Vítor, o tempo para treinar já não é o mesmo, pelo que o objectivo da equipa passava por chegar ao segundo dia de competição”, começa por dizer o capitão da Segafredo, José Rolim. “Conseguimos manter uma consistência de jogo muito boa, mas sempre com grande sofrimento, com muitas recuperações, e o jogo ia saindo. Estamos felizes por estar na Final, mas sabemos que será difícil, até porque vamos levar um grande corte no handicap”, acrescentou.

Antonio Mota, Vasco Portal, Pedro Roxo e Artur Goncalves da empresa SuperJob © Filipe Guerra 

Quanto à SuperJob, evoluiu com Pedro Roxo/Vasco Portal, que marcaram 41, e com António Mota/Artur Gonçalves, que fizeram 42.

O terceiro lugar nas Meias-Finais pertenceu ao Vidago Palace, com 81. Nesta equipa, José Santos e José Matos Fernandes fizeram a excelente marca de 44, mas Luis Teixeira e Hugo Moreiras não foram além dos 37.

O top-10 ficou completo com Europcar (81), NMM (79), Clínica Médico-Dentária do Arrabalde (79), Mercedes-Benz/MCoutinho (77), BPI (77), Allianz 1 (76) e Tensai (76).

Ignacio Gonzalez Montes foi 14.ª com 74.